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No meu reino

Episódios de uma família como tantas outras

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Teste Harmony

 

Engravidar aos 36 anos trouxe-me algumas ansiedades. Sempre achei que numa segunda gravidez me tornasse bem mais relaxada. Não foi o caso. O medo de o meu bebé poder ter problemas de saúde face à minha idade fez-me, desde logo, pensar em fazer a amniocentese. Quando comecei a pesquisar sobre este exame descobri o Teste Harmony. O exame consiste em uma análise não invasiva ao sangue materno (retiram-nos um tubinho de sangue, como numa análise corriqueira)  que deteta as trissomias fetais mais comuns a partir das 10 semanas de gravidez. O Harmony Prenatal Test permite detectar as trissomias mais comuns, como a Trissomia 21, 18 e 13, bem como identifica o sexo do bebé. Achei fabuloso!

Falei dessa possibilidade à minha obstetra e, apesar de o resultado meu rastreio bioquímico apresentar valores de uma miúda de 20 anos e um risco reduzido, decidi fazer na mesma o Harmony, às 15 semanas. Por que motivo? Por se tratar de um diagnóstico mais seguro (99.9%) e por não querer passar o resto da gravidez a pensar nisso. Felizmente, o resultado (que chegou em 5 dias) veio negativo, com uma probabilidade de 0,01% e trouxe-me uma boa nova que aguardava com muita expectativa: é uma menina. Ficámos radiantes.

O único senão do teste é que a análise é feita nos Estados Unidos, logo o preço é elevado: paguei cerca de 500 euros. A maioria dos seguros não comparticipa (a ADSE reembolsa 100 euros), mas quem puder pagar aconselho, é um alívio.

 

P.S. - imagem retirada da internet