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No meu reino

Episódios de uma família como tantas outras

No meu reino

Episódios de uma família como tantas outras

Consulta das 35 semanas

As nossas 2ª-feiras ganharam um novo ritual: ir à consulta com a dra. MJM.

Hoje começamos por fazer o ctg. O pai conseguiu ouvir o bater do teu coração, um bater ritmado que é música para os nossos ouvidos. O ctg revelou que a mamã já está com contrações ritmadas, ainda que não as sinta. Parece que estás com pressa de chegar aos nossos braços!!!

Após a conversa habitual, fomos observar-te! Estavas novamente de costas, não queres mesmo revelar-te. De resto, estava tudo normal. O teu problema não se agravou, o que já não é nada mau. O colo está fechadinho e não há sinal de dilatação. As tensões da mamã aumentaram ligeiramente, ao contrário do peso, que, estranhamente, se manteve. Digo estranhamente porque tenho exagerado nos doces e gelados...e até o confessei à nossa GO. Todavia, e como ela disse, tenho-me portado tão bem (só engordei 6 kg), que me posso dar ao luxo destes consolos de grávida em fim de tempo! Também fomos informados que o exame à bactéria do Streptococcus deu negativo. Ufa, menos uma preocupação.

Na consulta de hoje também marcamos o parto. Agora já temos uma data, um target que queremos alcançar. Está tão perto e, simultaneamente, tão distante. Apesar de já termos uma data, para a semana terá de ser revista, porque com estas contrações poderá ter de ser antecipado. De qualquer das formas, a nossa GO disse que se nascesses agora não seria problemático. Queremos, todavia, que te aguentes até onde for possível. Não vemos a hora de te termos nos nossos braços, mas queremos que chegues ao mundo no teu melhor! Até lá, esperaremos pacientemente...

 

 

Memórias de Londres

Certo dia fiz um daqueles testes meio infantilóides que me mostrou que se eu fosse uma cidade seria Londres. Tenho de concordar! Londres tem tudo que ver comigo. Tem um lado romântico, elegante, nobre e clássico, sendo ao mesmo tempo uma cidade frenética, contemporâneo e edgy

Dizer que Londres tem um magnetismo próprio é um lugar-comum. É uma cidade que facilmente nos prende e que nos leva a querer voltar. Há tanta coisa para fazer em Londres, tantos must see e must do, que é difícil enumerar os locais de passagem obrigatória e as experiências que devemos viver numa visita à cidade. Acima de tudo, Londres prende-nos pela arquitetura e pelo cinzento lúgrebe que pinta o céu...prende-nos pelo sotaque e cavalheirismo sóbrio dos britânicos...prende-nos pela diversidade de povos e dos odores. Há, porém, locais apaixonantes, que nos transportam para coração da cidade, que vai muito além do Palácio de Buckingham ou do famoso Big Ben, típicos cartões de visita da cidade. Para mim, o pulsar de Londres sente-se em Nothing Hill, o bairro maravilhoso, outrora mal reputado, que chegou aos olhos do mundo com o filme da Julia Roberts e do Grant. Está no mercado de Portobello Road, onde se vê de tudo e se sente a cultura de rua, aquela que é mais genuína (e onde se fazem umas compras bestiais). Está nos muses da cidade, onde podemos passar dias inteiros, e nos espetáculos que tem para oferecer. Está na atmosfera das ruas, onde nem nos importamos de nos perder. Está em Covent Garden e nas melodias que nos carregam para tantos lugares. Está no Soho e no frenesim de Piccadilly Circus.  Enfim, é só deixar-nos levar.

Tenho saudades de Londres e confesso o meu desejo de viver um ano na cidade, com o meu bando, obviamente. Enquanto esse projeto não chega, fica a promessa de revisitar a cidade em breve e mostrar às minhas crias este sítio tão especial, onde os senhores usam chapéu de coco e nunca nos podemos esquecer de dizer "please!".

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35 semanas de gravidez

O bebé:

  • O bebé encaixa-se na pélvis e posiciona-se para nascer (embora nem sempre de cabeça para baixo).
  • O sistema gastrointestinal ainda é imaturo e permanecerá assim até 3 a 4 meses após o nascimento.
  • Os pulmões estão maduros e prontos para o nascimento.
  • Cerca de 15% do volume corporal consiste em reserva de gordura.
  • Consegue controlar e manter a temperatura do corpo.
  • O bebé recebe anticorpos da mãe que o protegem de infeções.
  • Começam a formar-se dobras nos cotovelos, joelhos, punhos e pescoço.
  • A placenta representa cerca de 1/6 do peso fetal.
  • O bebé já consegue sentir as carícias feitas no abdómen da mãe, que acha bastante reconfortantes e agradáveis. Massajar a barriga é uma forma muito especial de estabelecer contacto e comunicar com o seu filho

 

A mamã:

  • O seu corpo continua a preparar-se para o parto. 
  • A posição do bebé aumenta a pressão que exerce sobre os seus órgãos internos e a pélvis o que pode causar algum desconforto. A pressão sobre o estômago e os rins podem originar problemas de digestão e aumentar as idas ao WC.
  • O cansaço, as insónias e a ansiedade acumulam-se e aumentam progressivamente à medida que os dias passam e a data do parto se aproxima o que pode afetar a qualidade do sono e a sua disposição. Informe-se sobre o que é expectável acontecer durante o trabalho do parto para se preparar e antecipar questões. Converse com o seu médico sobre todas as dúvidas e questões que tiver. Partilhe as suas emoções com o seu companheiro e envolva-o neste processo.
  • O líquido amniótico renova-se de 3 em 3 horas.

 

Dicas:

  • A partir desta semana, deverá estar atenta aos movimentos fetais devendo registá-los no seu Boletim de Saúde da Grávida. Deve sentir o seu bebé a mexer pelo menos 10 vezes durante o período de 12 horas, a contar das 9 da manhã. Se não sentir movimentos durante 12 horas seguidas, pode ser um sinal de que o bebé está em sofrimento. Neste caso, deve dirigir-se o mais breve possível à Maternidade/Hospital para avaliação do bem-estar do bebé.
  • À medida que a data do parto se aproxima, poderá sentir alguma ansiedade em ter tudo pronto e começar a fazer listas de cabeça. O próprio parto também é motivo para se sentir mais apreensiva, especialmente se está grávida do seu primeiro filho. Aproveite as aulas de preparação para o parto para conversar com outras grávidas e para se informar como tudo vai acontecer. Prepare-se o melhor que puder. Se estiver bem informada sobre o processo físico do parto, enfrentará cada uma das fases com mais tranquilidade e segurança.
  • Os cinco sentidos do seu bebé já funcionam em pleno. Estimule-o através do toque, das massagens na barriga, da música, da sua voz. Apesar de parecer ainda muito cedo, a interação prematura é crucial para que o seu filho se desenvolva de forma saudável e emocionalmente equilibrado.
  • Se tiver um ou mais filhos, reserve alguns momentos para se sentar com eles. Acariciem a barriga, falem com o bebé, observem os seus movimentos. A promoção da ligação emocional dos irmãos com o bebé é fundamental para a sua futura integração no núcleo familiar e para que os irmãos se sintam parte ativa e seguros no acolhimento do novo membro da família.

In http://www.maemequer.pt/

Uma noite de S. João especial

 

Hoje é noite de S. João. Portuense que se preze não deixa de a comemorar, mesmo que não suporte o cheiro das sardinhas, como é o caso. Quando era mais jovem, ia para a baixa com os amigos e martelávamos até nos doerem as mãos. Andávamos quilómetros sem nos importar com as bolhas nos pés, que nem as velhinhas All Star conseguiam evitar. Percorríamos as festas dos bares de praia que povoam a nossa marginal até chegarmos à Foz. Fazíamos fogueiras na praia, que ladeávamos ao som de uns acordes de guitarra que sempre alguém fazia soar. Acabávamos a noite no areal da praia do Homem do Leme  e comíamos pão com chouriço e farturas até ao raiar da manhã. Era uma espécie de ritual que mantínhamos, tribalisticamente, ano após ano. Bons tempos, os da juventude...

Mas nenhuma noite de S. João se equiparou à de 1996, a mais épica de todos os tempos para mim. Estávamos juntos há dois meses. Quiseste conhecer a noite mais longa do Porto comigo e por mim. Para um lisboeta, a tradição das marteladas e do alho porro, o barulho das ruas, embrulhado com o odor dos petiscos, a par da pronúncia do norte embalada pelos arraiais populares que se ouvem por todo o lado ( e de muitos fod..., caralh..., etc), é no mínimo pitoresco ou...esquisito, como o definiste. Acompanhaste o meu bando, que era também o teu. Mantivemos a tradição de andar sem parar, de correr toda a marginal da Foz e as festas de praia. Foi bem melhor fazê-lo de mãos dadas contigo. Sorrias. Os teus amigos, que eram agora também meus, divertiam-se com tudo, porque tudo era diferente, tudo era genuíno e desigual. E no meio de muita diversão chegámos à nossa praia. Soava o "Give it away" dos Red Hot Chili Peppers. Sentamo-nos todos no areal e éramos muuuiitos. De costas para ti, abraçaste-me, entrelaçamos as nossas mãos e ficamos assim tempos infinitos, a olhar as ondas do mar até o despontar da madrugada. Num sussurro, disseste-me "amo-te" ao ouvido, ao som de "Aqui ao luar" dos Xutos. Foi a primeira vez que o disseste. 

Nessa noite percebi que tinha encontrado o amor da minha vida, o meu companheiro de viagem, o pai dos meus filhos, aquele com quem partilharia tudo neste planeta azul, que às vezes me parece preto e branco e que tu insistes em pintá-lo de rosa, só para me veres sorrir. E pensar que tudo começou verdadeiramente nessa noite de S. João. Tínhamos 18 anos e moravam em nós todos os sonhos do mundo.

Consulta das 34 semanas

Hoje fui ver-te, minha little C. O papá não conseguiu ir, o avô e o mano acompanharam-nos e por isso foi uma consulta diferente. Diferente foi, igualmente, o ambiente na CUF. A unidade de ginecologia/obstetrícia estava praticamente deserta quando chegamos. O S. João terá que ver com isso.

A mamã começou pela triagem e está tudo bem. Numa semana engordou 1 kg!!! Os gelados estão a dar cabo da nossa linha (mas sabem tão bem...)! É sempre assim, a mãe perde-se na reta final! Entramos no consultório e a dra. MJM foi uma querida, como sempre, e disse que a mãe está sempre bonita. E eu que me sinto tão maltrapilha...tão desleixada. Seguiu-se o CTG. Na sala estava outra mamã, com o marido e o filho. Confesso que senti mesmo muita falta do papá nesse momento. O exame começou e fiquei ali, encantada a ouvir o bater do teu coração. É sempre uma emoção enorme. O resultado foi positivo: batimentos certinhos, muitos movimentos fetais e zero contrações.

Regressamos, mais tarde, ao consultório. A dra. teve de fazer uma coisa chata: a colheita de fluidos para deteção da bactéria do Streptococcus agalactiae. Não tinha feito do mano e quis saber do que se tratava. Explicou-me que se trata de uma bactéria muito comum, que costuma colonizar a zona da vagina, do intestino e do reto das mulheres. Esta bactéria não é muito problemática para a mamã, mas pode causar complicações para o bebé durante o parto. A transmissão ocorre, geralmente, após a rotura da bolsa ou durante a passagem do bebé pelo canal vaginal. As preocupações principais para os recém-nascidos são pneumonia, meningite ou septicemia e, como tal, faz-se o exame para iniciar profilaxia e prevenir estas situações. Não custou nada fazer o exame. A dra. e a mãe falaram o tempo todo de férias, de viagens, de maridos e de quão especial é o pai para a mamã. A dra. percebeu que o teu papá é um querido e confessei-lhe a minha sorte.

Chegou, por fim, o momento mais aguardado: a eco. Estavas novamente de frente. Tens um rosto tão redondinho, umas bochechas fofas e um nariz e boca muito perfeitinhos. A dra. acha que vais ser muito gira. O teu desenvolvimento está bom e engordaste mais 200 gr. Os teus rins parecem estar na mesma...nunca pior! E para a semana lá voltaremos. Aguenta-te mais 3 semanas, está quase minha bonequinha!

 

Porque sou tripeira, com muito orgulho

A Lonely Planet colocou o Porto no top 10 dos melhores destinos do ano. Escreveu:

 

"From across the Rio Douro at sunset, romantic Porto, the country’s second-largest city, looks like a pop-up town. A colourful tumbledown dream with medieval relics, soaring bell towers, extravagant baroque churches and stately beaux-arts buildings piled on top of one another, illuminated by streaming shafts of sun. If you squint you might be able to make out the open windows, the narrow lanes and staircases zigzagging to nowhere.

Porto’s historic centre is the Ribeira district, a Unesco World Heritage Site where tripeiros (Porto residents) mingle before old storefronts, on village-style plazas and in the old houses of commerce where Roman ruins lurk beneath the foundations. On the downside, here and in other parts of the city centre stand many dilapidated early-20th-century town houses, left to crumble as the young and moneyed flee to the sprawling suburbs by the sea.

Yet despite signs of decay, in the last two decades Porto has undergone a remarkable renaissance – expressed in the hum of its efficient metro system and the gleam of Álvaro Siza Vieira’s Museu de Arte Contemporânea and Rem Koolhaas’ Casa da Música. More recently, the arrival of low-cost airlines has turned Porto into a popular weekend getaway; hence the boom in tourism.

Culturally, Porto holds its own against much larger global cities. The birthplace of port, it’s a long-running mecca for wine aficionados. Riverside wine caves jockey for attention in nearby Vila Nova de Gaia, with scores of cellars open for tastings. With tasty new kitchens springing up regularly, its palate is slowly growing more cosmopolitan. And thanks to a number of superb venues, Porto residents dance to many of the world’s top rock, jazz and electronic artists. On warm summer nights many a plaza can feel like one enormous block party.

Of course, you’ll be forgiven if what you remember most are the quiet moments: the slosh of the Douro against the docks; the snap of laundry lines drying in river winds; the shuffle of a widow’s feet against cobblestone; the sound of wine glasses clinking under a full moon; the sight of young lovers discreetly tangled under a landmark bridge, on the rim of a park fountain, in the crumbling notch of a graffiti-bombed wall…"



Read more: http://www.lonelyplanet.com/portugal/the-north/porto#ixzz3dcRJMSeo

 

Um cheirinho da cidade vista por mim:

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Parto na CUF Porto - o que levar para a maternidade

Durante a nossa  visita, a enfermeira deu-nos uma lista do que devemos levar para a maternidade. Registo aqui para quem precisar;

 

Para o bebé:

  • 5 bodies interiores, com ou sem manga;
  • 5 pares de meias;
  • 5 fatos, babygrows ou vestidos;
  • 1 gorro;
  • 2 fraldas em tecido;
  • 1 manta;
  • Toalhetes de limpeza;
  • Escova e pente;
  • Chupeta;
  • Tesoura reta para as unhas;
  • 20 fraldas recém-nascido.

 

Para a mamã:

  • 3 ou 4 camisas de dormir ou pijamas;
  • 1 robe;
  • Chinelos;
  • Cuecas descartáveis ou algodão;
  • Soutien de amamentação;
  • Produtos de higiene;
  • Cinta pós-parto;
  • Arejadores de mamilos.

 

E se para ela já tenho tudo, já para mim...tenho de pôr mãos à obra!

Visita à Maternidade CUF Porto

 

Na 2ª-feira aproveitámos o atraso na consulta para visitarmos a maternidade do Hospital CUF Porto, onde tenho sido seguida na minha gravidez. Gostei muito do que vi. Achei a unidade de partos muito bem preparada para todas as eventualidades, quer por parte do bebé quer por parte da mãe. A enfermeira-parteira que nos fez a visita explicou-nos que a unidade de cuidados intensivos neonatais está ao nível de um hospital público, o que nos tranquiliza, de algum modo. Mencionou, ainda, que com o meu tempo (34 semanas) já poderia ter lá a minha bebé caso entrasse em trabalho de parto. Fiquei aliviada, confesso. A ideia de ter um parto no público não me agradava nada. Não que tenha tido uma má experiência prévia num hospital público, até porque o meu primeiro filho nasceu no privado, mas a ideia de ficar largada ao abandono numa maca no meio de um corredor por não ter vaga na sala de partos, a agoniar de dores e a chamar por socorro por sentir o bebé a nascer e estar completamente sozinha, sem o meu marido ao lado, e ainda por cima ouvir "- Ó minha senhora, deixe de ser histérica!", como aconteceu com alguém da minha família, não é para uma mulher com as minhas entranhas! Acho que no momento em que somos mães devemos ter o direito a um tratamento humano e digno. A privacidade, acompanhamento, conforto e outros mimos que são oferecidos pelas unidades privadas são indispensáveis para uma mulher que acabou de ser mãe e lamento muito por todos os pais que, por razões financeiras, não podem admitir esta possibilidade. É, de facto, muito injusto!

Depois de nos mostrar os quartos, que já conhecia (e não pelos melhores motivos, infelizmente), mostrou-nos a sala dos banhos e os procedimentos que costumam tomar. Por exemplo, o pediattra vem observar os bebés à sala de banhos antes de tomarem banho para não terem de ser despidos duas vezes. Achei esse cuidado muito interessante. Questionei-a sobre a segurança e mencionou que todos os bebés têm pulseira eletrónica. Outro aspeto de que gostei particularmente foi o facto de, se sentirmos necessidade de descansar, os bebés podem ficar com as enfermeiras e poderemos ter uma noite descansada. Só se estiver a entrar em coma, de outro modo quero estar sempre junto da minha little C..Há, de igual modo, uma equipa de pediatria-obstetrícia 24h por dia para nos prestar auxílio. 

Inevitável foi não comparar com a Ordem da Lapa, onde nasceu o irmão. Assim, em relação aos:

1. Quartos: apesar de na CUF ser tudo novo e com vista para o mar, os quartos na Ordem da Lapa são maiores e têm uma cama para o papá (na CUF o sofá vira cama; não é que se durma mal (já lá dormi), mas não é o mesmo conforto de uma cama). Na Lapa, o meu quarto tinha uma espécie de antecâmara com sofás para as visitas, o que deu jeito, nomeadamente quando me vieram lavar.

 

2. WC: achei maiores e melhor equipados na CUF. Na CUF, a mamã tem de levar os seus produtos para o banho;

 

3. Segurança: pareceu-me que a CUF está melhor preparada, nomeadamente porque adotaram o sistema de pulseira eletrónica. Na Ordem da Lapa, em 2008, o bebé não tinha pulseira ,e apesar de me ter sentido muito segura, não deixa de ser uma mais-valia e um descanso para nós.

 

4. Estacionamento: é melhor na Lapa, até porque é gratuito. Na CUF é pago, o que é um fator a relevar já que o pai passa o dia todo connosco. No final do internamento é uma pequena fortuna.

 

Sobretudo, o que pesou na nossa decisão foi a equipa de pediatria. Conhecemos quase todos os pediatras que lá trabalham e não tenho nada a apontar. Isso é o mais importante para mim, os recursos humanos. Ficamos mais tranquilas quando confiamos naqueles que cuidam de nós. Espero não me desiludir.

Este vídeo também ajudou na tomada de decisão:

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